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Estudante de Direito
Felipe Maciel
São Paulo (SP)
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Felipe Maciel
Comentário ·
há 9 anos
Não, não liberaram a “Cura Gay”!
Saulo Brasileiro
·
há 9 anos
Ah, preciso refutar todos os pontos, Dr.?! Não sabia que se tratava de uma peça. Kkkkkk Eu até ia responder todos os pontos que vc indicou, mas aí pensei: "vou perder meu tempo com um Zé desses?" 🤔🤢 NÃO! Kkkkkkk 😉🤓🤐
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Felipe Maciel
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há 9 anos
ONGs, OAB e psicólogos se unem para recorrer contra a “cura gay”
Questões Inteligentes Oab
·
há 9 anos
Marcos Ferreira, aulas de português URGENTE! Nem tudo que termina com "ismo" é doença, não. Ah, fico feliz por vc, Branco, Hetero, Rico e Saudavel não fazer parte de uma "minoria" que precisa lutar, a turma do mimimi, como vc mesmo disse.
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Felipe Maciel
Comentário ·
há 9 anos
Não, não liberaram a “Cura Gay”!
Saulo Brasileiro
·
há 9 anos
Raphael, grande conhecedor da história disse que "nem os nazistas censuraram a pesquisa científica." Sendo assim, Segue alguns dos grandes experimentos apoiados por Hitler em nome da ciência: De acordo com a acusação, nos Processos de Guerra de Nuremberg, estavam incluídas as seguintes experiências: Experiências com gêmeos Experiências com filhos gêmeos, em campos de concentração foram criados para mostrar as semelhanças e diferenças na genética e na eugenia de gêmeos, bem como para ver se o corpo humano pode ser manipulado. O líder central dos experimentos foi ex-Dr. Josef Mengele, que realizava experiências com mais de 1.500 presos gêmeos conjuntamente, dos quais menos de 200 pessoas sobreviveram aos estudos.[7] Embora freqüentasse a Universidade de Munique (localizada na cidade que se manteve um dos pontos focais durante o regime nazista de Adolf Hitler), estudando filosofia e medicina, com ênfase em antropologia e paleontologia, Mengele foi varrido pelos conceitos da história nazista e chegou a dizer que "este simples conceito político finalmente se tornou o fator decisivo na minha vida".[8] A recém descoberta de Mengele do "simples conceito político" o levou a fundir os seus estudos de medicina e de sua carreira política. Mengele recebeu seu doutorado por uma tese intitulada "Investigação morfológica Racial sobre a seção inferior do maxilar de quatro grupos raciais", que sugeriu que a raça de uma pessoa poderia ser identificada pela forma da mandíbula.[9] A organização nazista viu os seus estudos como talentosos, e Mengele foi convidado a ser o principal médico e investigador no Campo de concentração de Auschwitz, na Polónia em maio de 1943 .[10] Neste local Mengele organizou experiências genéticas com gêmeos. Os gêmeos foram escolhidos por idade e sexo e mantidos em quartéis nos experimentos, a qual variou de injeção de produtos químicos diferentes para os olhos dos gêmeos, para ver se eles iam mudar suas cores, e também literalmente costurar gêmeos em conjunto para tentar criar gêmeos siameses.[11][12] Experimentos sobre Congelamento Editar Em 1941, a Luftwaffe conduziu experimentos para aprender como tratar a hipotermia.[13] O estudo forçou pessoas a ficarem em um tanque de água gelada por até três horas. Outros estudos colocaram prisioneiros nus em campo aberto durante várias horas expostos a temperaturas abaixo de zero graus Celsius. Os experimentadores avaliaram diferentes formas de reaquecimento dos sobreviventes .[14] Os experimentos sobre congelamento/hipotermia foram conduzidos para o alto comando nazista. Os experimentos foram conduzidos em homens para simular as condições dos exércitos sofrido na Frente do Leste, e como as forças alemães estavam mal preparadas para o frio intenso. Os experimentos foram conduzidos em Dachau e Auschwitz. Rascher notificava os resultados diretamente a Heinrich Himmler, e divulgava os resultados de suas experiências sobre o congelamento na conferência de médicos de 1942 intitulada "Problemas Médicos decorrentes do mar e do Inverno."[15] Os experimentos de congelamento eram divididos em duas partes. Em primeiro lugar, para determinar quanto tempo seria necessário para baixar a temperatura corporal até à morte, e segundo, qual a melhor forma de reanimar a vítima congelada. Método do cubo gelado provou ser o meio mais rápido para a queda da temperatura corporal. As seleções para os experimentos eram feitas entre jovens saudáveis judeus e russos. Eles estavam nus para o experimento. Uma sonda que media a diminuição da temperatura corporal era inserida no reto. A sonda era mantida no lugar por um anel metálico expansível, que era ajustada para abrir dentro do reto para segurar a sonda firmemente no lugar. A vítima era vestida em um uniforme da força aérea, e depois colocada no tanque de água gelada. Experimentos sobre Malária Editar Em torno de fevereiro de 1942 e abril de 1945, experimentos foram realizados em Dachau, a fim de investigar imunização para o tratamento da malária. Detentos saudáveis foram infectados pelo mosquito ou por injeções de extratos de glândulas mucosas das fêmeas de mosquitos infectados. Depois de contraírem a doença, estas pessoas foram tratadas com várias drogas para testar sua relativa eficiência. Mais de 1.000 pessoas foram utilizadas nesses experimentos, e desses, mais da metade morreu como resultado. [16] Experimentos sobre gás mostarda Editar Diversas vezes entre setembro de 1939 e abril de 1945, experimentos foram conduzidos em Sachsenhausen, Natzweiler, e outros campos para investigar o tratamento mais eficaz das feridas causadas por gás mostarda. Pessoas foram deliberadamente expostas a gás mostarda e outros gases, o que causava graves queimaduras químicas. As vítimas feridas foram então testadas para encontrar o tratamento mais eficaz para as queimaduras de gás mostarda.[17] Experimentos sobre Sulfonamida Editar Em torno de julho de 1942 e setembro de 1943, experimentos para investigar a eficácia da sulfonamida, um agente antimicrobiano sintético, foram realizadas em Ravensbrück [18] com a participação de médicos, dentre os quais, Herta Oberheuser e Karl Gebhardt. Indivíduos foram infectados com bactérias como a Streptococcus, gangrena gasosa e Clostridium tetani (que provoca o tétano).[19] A circulação sangüínea foi interrompida pelo fato de terem sido feitas feridas nos vasos sangüíneos nas suas duas extremidades para criar uma condição semelhante a feridas de um campo de batalha. A infecção foi agravada por ter sido colocada depois quantidades de madeira e vidro fosco nas feridas. A infecção foi tratada com sulfonamida e outras drogas, para determinar a sua respectiva eficácia. Experimentos sobre a água do mar Editar Em torno de julho de 1944 e de setembro de 1944, experimentos foram realizados no Campo de concentração de Dachau para estudar vários métodos de tornar a água do mar potável. Em certo momento, um grupo de cerca de 90 ciganos foram privados de comida e água, sendo dada de beber somente água do mar pelo Dr. Hans Eppinger, deixando-as gravemente feridas.[15] Eles ficaram tão desidratados que lambiam os pisos recém-lavados, numa tentativa de obter água potável.[20] Experimentos sobre Esterilização Editar Em torno de março de 1941 e janeiro de 1945, foram conduzidos experimentos sobre esterilização em Auschwitz, Ravensbrück, e outros lugares pelo Dr. Carl Clauberg.[17] O objetivo desses experimentos foi desenvolver um método de esterilização que seria adequado para esterilizar milhões de pessoas com o menor tempo e esforço possíveis. Esses experimentos foram realizados por meio de raios-X, cirurgias e diversas drogas. Milhares de vítimas foram esterilizadas. Além desses experimentos, o governo nazista esterilizou cerca de 400.000 pessoas, como parte de seu programa de esterilização obrigatório.[21] Especula-se que injeções intravenosas foram utilizadas para conter iodo e nitrato de prata e que foram bem sucedidas, mas tiveram efeitos colaterais indesejados, como sangramento vaginal, dor abdominal grave e câncer do colo uterino.[22] Porém, a radiação era o tratamento favorito para a esterilização. A exposição de pessoas à radiação destruía sua capacidade para produzir óvulos ou espermatozóides. A radiação foi administrada enganando os presos, estes eram levados para uma sala e pedia-se o preenchimento de formulários, que levava dois a três minutos. Alguns eram submetidos a sessões de raio X, mas na realidade estavam sendo expostos a radiação.[23] O tratamento de radiação era administrado sem o conhecimento dos presos, tornando-os completamente estéreis. Muitos sofreram graves queimaduras por radiações. Experimentos com Tifo Editar Em dezembro de 1941 até fevereiro de 1945, experimentos foram conduzidos para investigar a ineficácia dos pontos com febre e outras vacinas.[17] Em Buchenwald, uma grande quantidade de detentos saudáveis foram deliberadamente infectados com a bactéria do tifo para manter as bactérias vivas; Mais de 90% das vítimas morreram.[24] Outros detentos saudáveis foram usados para determinar a ineficácia das vacinas e um número de diferentes produtos químicos. No decorrer desses experimentos, 75% dos detentos foram vacinados ou alimentados com uma das substâncias químicas e, após um período de três a quatro semanas, foram infectados com germes de febre com pontos. Os restantes 25% foram infectados, sem qualquer protecção prévia para comparar a ineficácia das vacinas e produtos químicos. Centenas de indivíduos morreram. Foi também realizado experimentos com a febre amarela, a varíola, tifo, paratifo A e B, cólera e difteria. Experimentos similares foram realizados com resultados semelhantes em Natzweiler.[25] Experimentos com venenos Editar Em torno de dezembro de 1943 e outubro de 1944, experimentos foram conduzidos em Buchenwald para investigar o efeito de diferentes venenos. Os venenos foram administrados secretamente na alimentação de indivíduos. As vítimas morreram em consequência do envenenamento ou foram sacrificadas imediatamente, a fim de permitir autópsias. Em setembro de 1944, eram disparadas balas venenosas contra os presos, que após a tortura, faleciam.[17] Experimentos com Bombas Incendiárias Editar Por volta de novembro de 1943 e janeiro de 1944, experimentos foram conduzidos em Buchenwald para testar o efeito de vários preparados farmacêuticos de fósforo. Estas queimaduras foram infligidas a prisioneiros com fósforo extraído de bombas incendiárias.[17] Experimentos de altas altitudes Editar No início 1942, os prisioneiros do Campo de concentração de Dachau foram utilizados por Rascher em experiências com pilotos alemães, que se ejetava em altas altitudes. A baixa pressão contendo esses prisioneiros era utilizada para simular as condições a altitudes de até 20 km (66.000 pés). Havia rumores que Rascher realizava vissecções no cérebro das vítimas que sobreviviam ao experimento inicial.[26] Das 200 vítimas, 80 morreram nos experimentos, e os outros foram executados.[15]
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Pedro Teixeira de Araújo
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há 9 anos
ONGs, OAB e psicólogos se unem para recorrer contra a “cura gay”
Questões Inteligentes Oab
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há 9 anos
A liminar não trata somente de pesquisas científicas sobre a orientação sexual humana, versa, idem, sobre a liberdade do psicólogo de "promoverem (...) atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual", aí sim, baseado na "liberdade científica", direito insculpido constitucionalmente. Se dizer que se permitiu, assim, que se leve a cabo a 'cura gay' não é distorção ou exagero: é uma consequência possível sim da decisão -- liminar concedida inaudita alter pars, a despeito da importância do tema, como a própria autoridade judicante reconheceu. A resolução não proíbe que se trate do tema, que se conduza pesquisa científica, ou que o psicólogo trate homossexuais; mas que a realização de qualquer atividade profissional-científica-clínica atinente à orientação sexual atente-se para o preconceito prevalente na sociedade, considerando não ser a homossexualidade "nem doença, nem distúrbio e nem perversão", mas sim "práticas sexuais desviantes da norma estabelecida socioculturalmente". O tratamento ou a pesquisa deve ser consciente de que homossexualidade NÃO É doença. Ponto. Por mais que o indivíduo voluntariamente se dirija à clínica. Se uma pessoa chega ao psicólogo querendo "cura" (reorientação sexual) para uma condição que não é patológica, é antiético que o psicólogo se disponha a "curá-lo", mesmo que o indivíduo tenha se encaminhado à clínica sponte propria. Se não tenho necessidade de procedimento cirúrgico, a minha insistência não força o médico a conceder o "tratamento" para doença inexistente, vis-à-vis o procedimento cirúrgico -- para as patologias que disto decorra, aí sim certamente; isto é, há tratamento é para as "outlying features" daquilo que efetivamente adoece à "alma". Uma coisa é se tratar as patologias que decorrem do preconceito prevalente -- como de quem considera "quem eu sou" uma doença, quando não é -- outra, dantescamente diversa, é se tratar àquilo que sou como doença (quando não é) por que, sendo comportamento desviante da norma socioculturalmente aceita, voluntariamente desejo me ver livre daquilo que me causa sofrimento. E isso a despeito da causa do sofrimento não ser a homossexualidade, mas sim a homofobia prevalente. Pro homossexual que se encaminhar a uma clínica buscando "tratamento" (paraoque-não-é-doença), a cura é mais fácil do que enfrentar preconceito da família e da sociedade -- prevalente, 360º. Voluntarismo não pode tudo.
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Amanda Cunha Advogada e Consultora
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há 9 anos
ONGs, OAB e psicólogos se unem para recorrer contra a “cura gay”
Questões Inteligentes Oab
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há 9 anos
O termo "homossexualismo" era destinado e ainda o é, por aqueles que acreditam ser uma parafilia. Assim como não falamos "heterossexualismo" e sim "heterossexualidade" o termo correto a ser adotado é "Homossexualidade". A decisão é um retrocesso e uma afronta à constituição; o Judiciário não deve ter esta ingerência na individualidade pessoal. É uma aberração que em pleno 2017 vemos recrudescer o ódio, a intolerância, a falta de respeito. O diferente de você não que dizer que é errado; quem pensa diferente - exceto discurso de ódio disfarçado de opinião - não está afrontando ninguém. Não entendo ainda a dificuldade das pessoas simplesmente aprenderem a ter bom senso e RESPEITAR as pessoas como elas são. Iguais direitos para iguais deveres.
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Felippe Martiniano
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há 9 anos
ONGs, OAB e psicólogos se unem para recorrer contra a “cura gay”
Questões Inteligentes Oab
·
há 9 anos
O tratamento ja e dado por psicologia, ajudando o individuo a aceitar sua condição sexual ou identidade de genero, essa promessa de mudança de condição sexual nao tem reais resultados e é fruto da mistura de um grupo bem minoritario de psicologia que querem misturar religião (principalmente evangélica) com ciencia, mais de 90% dos profissionais de psicologia nao apoiam essas idéias e há varias pesquisas mostrando que elas nao surtem efeitos, al de gerar depressão, tentativas de suicidio e ter muitos casos de abusos físicos e psicológicos em centros de "reorientação sexual" nos eua e Europa. Nao ha impedimento para pesquisas a respeito do tema pelo CFP, o que e impedido é de fazer charlatanisse gospel na psicologia, orientação sexual nao é escolhida e nem pode ser mudada. Nem Freud acreditava na reorientavao, e ele tentou fazer isso com uma mulher homossexual A respeito do tema orientação sexual sugiro pesquisar pela oriegem epigenetica e hormonal da homossexualidade e sobre videos do Frank jaava, doutor em psicologia que fala sobre o tema dentre tantos outros
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